Num primeiro momento a Junta Governativa de Caracas se declarou fiel a Fernando VII, mas quando as Cortes Espanholas tentaram bloquear os portos venezuelanos, o novo governo passou a lutar pela independência. Em julho de 1811 a Junta Governativa de Caracas decretou seu Ato de Independência, liderada por Cristóbal Mendonza. Bolívar convocou Francisco de Miranda para assumir o exército venezuelano, e Miranda acabou sendo aclamado ditador da Venezuela.
A reação espanhola foi violenta e Miranda, a fim de evitar um banho de sangue, assinou a rendição, em julho de 1812.
Os patriotas venezuelanos viram Miranda como traidor (inclusive Bolívar), e por isso o prenderam e o entregaram aos espanhóis. Por alguns meses a Coroa Espanhola retomou o controle da Capitania Geral da Venezuela. Mas em 1813, Bolívar que tinha se exilado na Colômbia invadiu o território e tomou Caracas. Tornou-se, então, presidente, aclamado como "El libertador".
Os patriotas venezuelanos viram Miranda como traidor (inclusive Bolívar), e por isso o prenderam e o entregaram aos espanhóis. Por alguns meses a Coroa Espanhola retomou o controle da Capitania Geral da Venezuela. Mas em 1813, Bolívar que tinha se exilado na Colômbia invadiu o território e tomou Caracas. Tornou-se, então, presidente, aclamado como "El libertador".
Mariana Carvalho
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